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João Azevedo nega aumento a policiais, mas concedeu 26% a Secretários

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Flávio Lúcio -


As 14 entidades que compõem o Fórum das Polícias Civil e Militar da Paraíba entregaram na última sexta-feira (17) à equipe econômica do Governo da Paraíba uma proposta salarial para superar o impasse atual que pode levar a uma greve dessas categorias.

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Como o governo estadual nem sequer considerou a proposta, os representantes das Polícias Civil e Militar e dos Bombeiros anunciaram a intenção de fazer uma greve da Segurança Pública, isso às véspera do carnaval.

A partir do meio-dia de hoje (19/02), esses militares estão com suas atividades paralisadas, e assim pretendem permanecer até até a meia-noite – isso no dia em o que bloco Muriçocas do Miramar desfila pelas ruas da orla.

O impasse e os possíveis danos à sociedade é da estrita responsabilidade do atual governo. Tanto por conta da incapacidade de negociar como – e esse é o aspecto mais importante dessa questão – em razão da nova maneira de administrar o orçamento estadual.

João Azevedo abriu mão, por exemplo, de recursos orçamentários para atender as pressões do Tribunal de Justiça, da Assembleia, do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Contas, todos reivindicando um quinhão maior da arrecadação. Decorre disso os elogios à capacidade de -diálogo- de João Azevedo, numa crítica aberta ao estilo -duro- ex-governador Ricardo Coutinho, que se recusou a retirar recursos que faltariam no atendimento à população para repassar para esses poderes, que são privilegiados do ponto de vista salarial.

Mas, não é só isso. Para enfrentar a queda na arrecadação provocada pela crise econômica, que durou por todo o segundo governo, o ex-governador Ricardo Coutinho determinou o congelamento da remuneração dele próprio, dos secretários e dos executivos da administração indireta, isso mesmo depois da Assembleia aprovar aumentos para o Poder Executivo.

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Disponível 24h

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