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FMI aponta que impacto do coronavírus na economia será mínimo e não pode ser usado como desculpa para o pibinho brasileiro

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RIAD (Reuters) -

O surto de coronavírus no mundo provavelmente reduzirá o crescimento econômico da China este ano para 5,6%, uma queda de 0,4 ponto percentual em relação às perspectivas de janeiro, e 0,1 pontos percentual em relação ao crescimento global, informou o FMI no sábado.

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, apresentou as perspectivas para os chefes de bancos centrais e ministros das finanças das 20 maiores economias do mundo reunidas em Riad neste final de semana, e onde a epidemia foi um dos pontos centrais da discussão. No entanto, acrescentou Georgieva, o FMI continua analisando a possibilidade de cenários mais difíceis
A China, que não enviou altos funcionários para a reunião do G20 por causa da crise do vírus, relatou uma queda acentuada em novas mortes e casos no sábado. Mas as autoridades mundiais de saúde alertaram que era muito cedo para fazer previsões sobre o surto, à medida que novas infecções continuavam a aumentar em outros países.
“No cenário atual, as políticas anunciadas estão sendo implementadas e a economia da China retornaria ao normal no segundo trimestre. Como resultado, o impacto na economia mundial seria relativamente menor e de curta duração”, disse Georgieva. “Mas também estamos analisando cenários mais difíceis, onde a propagação do vírus continua por mais tempo e globalmente, e as conseqüências no crescimento serão mais prolongadas”.
A China disse que ainda pode atingir sua meta de crescimento econômico para 2020, apesar da epidemia.
O mais recente esboço de comunicado da reunião do G20 dá menos destaque ao surto de coronavírus como um risco de crescimento, dizendo apenas que o G20 “melhoraria o monitoramento global de riscos, incluindo o recente surto de COVID-19”, a sigla médica para o coronavírus.

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