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Entre 2013-2016 prefeitura de Picuí gastou mais de R$ R$ 3 mi com empresas citadas na operação FAMINTOS

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Paraíba Debate -


Três empresas citadas na Operação Famintos, desencadeada em Campina Grande no início de julho para apurar fraudes em licitações de alimentos, receberam um somatório de R$ 3,3 milhões da prefeitura de Picuí, no Seridó da Paraíba. As empresas, Rosildo de Lima Silva, Delmira Feliciano Gomes e Frederico de Brito Lira, foram todas denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF) durante a Operação.

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Os recebimentos constam no Sagres, no portal da Transparência do Tribunal de Contas do Estado (TCE). As três empresas foram contratadas pela Secretaria de Educação, em períodos distintos, para a entrega de produtos alimentícios, conforme empenhos no sistema:
Desde 2013, as três empresas mantiveram contratos de prestação de serviços com a prefeitura de Picuí. A empresa de Rosildo de Lima Silva, por exemplo, foi atuante nos recebimentos em 2017 e até o ano passado. 

Gestão atual – O prefeito atual de Picuí, Olivânio Remígio (PT), explicou que trabalhou somente com duas empresas antes dos contratos atuais, de entrega de alimentos para a merenda escolar do município, a de Rosildo e a empresa Dantas & Lacerda. Ele disse que contratou Rosildo e não houve nenhum problema, nem na licitação, nem na entrega da merenda escolar, que o processo foi todo legal.

“Eu tive problemas na entrega de alimentos da empresa chamada Dantas. Ela não nos forneceu os alimentos no tempo hábil, aí tivemos que puni-la. Inclusive, eles entraram na Justiça e ganharam o direito de participar na nova licitação, mas nós preferimos contratar atualmente três empresas, uma é daqui da cidade mesmo e tudo está equilibrado”, concluiu.
Veja alguns recebimentos:
Já a empresa de Delmira recebeu valores em 2013 e 2016. Veja os pagamentos:
E a empresa de Frederico, foi contratada em 2013, 2014 e 2016. Veja os comprovantes:

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