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Legalização progressiva da maconha nos EUA cria indústria multibilionária

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Aiuri Rebello -

Na virada deste ano, a Califórnia juntou-se a outros sete Estados norte-americanos (mais o distrito de Columbia) e liberou a venda de maconha para qualquer um que seja maior de 21 anos. Por lá, a droga já era vendida em lojas desde 1996 para quem possuísse receita médica. De acordo com a imprensa californiana, esse foi um dos principais argumentos pela legalização total --na internet não é difícil encontrar consultórios médicos que, por US$ 50 (cerca de R$ 160), fornecem receitas meio que para qualquer um na área metropolitana de Los Angeles.

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No Colorado, por exemplo, essa indústria não parou mais de crescer e triplicou de tamanho nos últimos quatro anos --neste período foram arrecadados US$ 500 milhões (cerca de R$ 1,6 bilhão) em impostos. O potencial econômico chamou a atenção de grandes corporações e hoje maconha significa grandes negócios (e alguma complicação) por lá.
Enquanto a economia fala por si só e estudos internacionais recentes indicam que a legalização (ou descriminalização) da maconha é um passo importante no combate ao tráfico de drogas, ainda falta informação científica de qualidade, não há consenso entre cientistas e o governo de Donald Trump promete tentar conter a expansão da legalização. Na lei federal dos EUA, a maconha é proibida e considerada uma droga tão perigosa quanto a heroína.
Hoje, são 29 dos 50 Estados norte-americanos onde algum tipo de legalização --para uso medicinal ou recreativo-- existe. Em em meio às contradições e alguns retrocessos, a legalização da maconha avança nos Estados Unidos. 

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